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Sua News Cooptech Crédito de fevereiro chegou!
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Inteligência Artificial: um agente de segurança

Mais de 80% dos CEOs do setor bancário global consideram a inteligência artificial generativa como uma das principais prioridades de investimento, mesmo diante de um cenário de incerteza. Os principais benefícios esperados com a adoção da tecnologia são: detecção de fraudes, defesa contra ataques cibernéticos, análise de dados mais veloz e aumento na produtividade.

Nesse cenário, 54% dos respondentes dizem que suas organizações estão prontas para implementar a IA com uma integração segura e de governança robusta. Por outro lado, apenas 37% deles se mostram confiantes de que os funcionários possuem as habilidades certas para aproveitar adequadamente os benefícios da tecnologia. 

A segurança digital é o principal fator capaz de afetar negativamente os negócios e o crescimento nos próximos três anos. Outras preocupações relevantes são o aumento no custo de vida e as regulamentações comerciais. 

O setor segue otimista com as finanças sustentáveis. Ao todo, 58% dos participantes esperam receber uma significativa taxa de retorno sobre seus investimentos em ESG dentro dos próximos três a cinco anos. Ainda nesse tema, quase 70% dos CEOs mantiveram suas estratégias climáticas, mas estão mudando o modo de comunicá-las para atender às exigências dos stakeholders

Esses dados estão presentes na pesquisa KPMG 2024 CEO Outlook: Bancos, que ouviu 120 CEOs do setor bancário em 11 países. Clique aqui para conferir os resultados do estudo na íntegra!

 IA 

Setor bancário mais inteligente

De acordo com um estudo da Nvidia, líder no setor de chips para IA, 52% das instituições financeiras já utilizam a tecnologia em seus processos, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. As áreas que mais se beneficiam dessa tecnologia são a experiência do cliente, relatórios de investimento e processamento de documentos.

A Nvidia ainda destaca o papel crucial da IA na segurança bancária. A análise inteligente de dados permite identificar rapidamente transações suspeitas e prevenir fraudes. Recursos como biometria facial e sistemas de auto-remediação também contribuem para a proteção dos clientes e das instituições. 

Além disso, a IA generativa está sendo utilizada para aprimorar a comunicação com os clientes, reduzindo o tempo de resposta e proporcionando interações mais precisas.

Por fim, o estudo revela que o setor planeja aumentar seus investimentos em IA, com a expectativa de que a tecnologia continue a impulsionar a eficiência e a personalização dos serviços financeiros. Para 2025, a Nvidia espera que a área de ESG entre para o hall de setores que mais utilizam IA.




 S2 

Sicoob é promovido no SFN

O Sicoob foi promovido à categoria S2 na segmentação do Banco Central para o sistema financeiro nacional. Os conceitos vão do S1 (os maiores) ao S5 (os menores) para classificar a magnitude dos grupos financeiros. Para integrar o S2 é necessário ter porte igual ou superior a 1% do PIB. 

Rubens Rodrigues Filho, diretor de Riscos e Controles do Sicoob, reflete o avanço do cooperativismo financeiro no Brasil. “Isso demonstra a solidez do nosso modelo de negócios, o crescimento contínuo da nossa base de cooperados e o reconhecimento da nossa contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país”, diz. 

Para as instituições maiores, existem mais exigências de capital e outras questões regulatórias. No S1, por exemplo, o BC cobra alinhamento total com as recomendações de Basileia. Já no S2 esse alinhamento tem exceções pontuais. Em 2024, o Sicredi também passou a integrar a categoria S2.


 PLATAFORMA 

Cooperativa é lugar de investir

Em uma iniciativa inédita no país, a Unicred lançou a ZIIN, a primeira plataforma de investimentos aberta de uma cooperativa. A plataforma, que começa a operar em 24 de fevereiro, oferece aos cooperados uma ampla gama de produtos de investimento, como ações, fundos imobiliários, Tesouro Direto e CRIs, em parceria com o BTG Pactual.

A ZIIN promete oferecer aos investidores uma assessoria financeira imparcial, focada em seus interesses, e não em comissões. Além disso, a plataforma busca fortalecer o relacionamento da Unicred com seus cooperados, tornando-se a principal instituição financeira também para investimentos.

Sicredi e Sicoob também estão caminhando para ampliar o cardápio de investimentos para seus cooperados. No entanto, a Unicred é a única cooperativa autorizada pelo Banco Central a ser uma distribuidora de investimentos e a ter uma plataforma de investimentos aberta, com mais alternativas de aplicações disponíveis.

No futuro, a Unicred vai poder atuar na estruturação de ativos como CRAs, CRIs e debêntures para empresas cooperadas. “Assim, conseguimos gerar valor nas duas pontas, para as empresas que estão captando dinheiro e para os investidores que não teriam esse tipo de oferta em outros lugares”, afirma Patricia Palomo, diretora-executiva da ZIIN.

 COOPTECH CRÉDITO 

Encontro do cooperativismo financeiro tem novidades

O Cooptech Crédito 2025 segue ampliando sua programação com temas essenciais para as cooperativas de crédito se manterem competitivas e alinhadas às transformações do setor. Confira as novas sessões de conteúdo confirmadas:

Panorama e Tendências do Ramo Crédito – Uma análise da evolução do setor e da consolidação das cooperativas de crédito, com Moacir Krambeck (Confebras), Thiago Borba Abrantes (Sistema OCB) e Ivo Lara Rodrigues (FNCC).

Cooperativismo Financeiro: fortalecendo o alinhamento com o Banco Central – Adalberto Felinto da Cruz Júnior (Banco Central do Brasil), detalha diretrizes regulatórias e os incentivos à digitalização e inovação no setor.

Oportunidades e desafios na construção do atendimento por IA – Alceu Ruppenthal Meinen, do Sicredi, aborda a implantação de IA no relacionamento com o cooperado e os desafios de governança e ética na tecnologia.

Jornada do tomador de crédito – Luciano André Ribeiro (Itaú) explica como acompanhar a vida financeira do cliente e prevenir inadimplência

Essas são apenas algumas das sessões confirmadas. Baixe agora a programação completa!

 ECONOMIA 

Os riscos da inadimplência

A inadimplência atingiu o recorde de 7 milhões de empresas no Brasil neste ano - quase um terço das companhias! Com a elevação da taxa Selic e alta do dólar, a expectativa é que elas tenham ainda mais dificuldades em 2025. Para se ter uma ideia, o aumento da Selic em setembro fez com que 100 mil novas organizações ficassem inadimplentes em outubro.

O dólar, por sua vez, escalou 27,6% no ano passado, o que afeta negócios que têm dívida na moeda estrangeira. A soma desses dois fatores potencializa a inadimplência. Nesse cenário, 2025 já começou com mais uma alta na taxa básica de juros, como previsão de mais aumentos no decorrer do ano.

“As empresas que estão endividadas hoje e pagam juros estão tendo perdas, às vezes, por resultado de um enorme esforço de produção e rentabilidade apenas por conta de uma reunião do Copom. Muitas delas vão ter dificuldade para honrar compromissos financeiros”, explicou o economista e filósofo Eduardo Giannetti ao Estadão. 

Segundo a Serasa, as micro e pequenas empresas representam a grande maioria dos inadimplentes do país, uma vez que elas têm menos defesas contra as mudanças no cenário macroeconômico.  

As cooperativas de crédito correm riscos com esse cenário econômico. O tema, portanto, será abordado durante o Cooptech Crédito. Rafael Fermino da Silva, superintendente de Crédito na Sicoob Credisul, vai falar sobre gestão de riscos da carteira de pessoa jurídica. 

Já para tratar da inadimplência de pessoas físicas, Luciano André Ribeiro, superintendente de Crédito e Recuperação no Itaú Unibanco, vai apresentar estratégias para acompanhar a vida financeira dos clientes e prevenir a inadimplência

Acontece no cooperativismo financeiro

  • As centrais Sicoob Nova Central e Central Sicoob Uni lançaram o Fundo de Investimento Imobiliário (FINU), marcando um movimento inédito de intercooperação. O novo fundo visa fomentar o mercado habitacional, fortalecendo o papel das cooperativas de crédito como agentes de desenvolvimento econômico e social.

  • Cooperativas seguem fortes na relação com o BNDES. A Cresol fechou o ano de 2024 com 117 mil contratos aprovados junto ao banco no valor de 7,6 bilhões, sendo o agente com maior número de operações. O Sicredi, por sua vez, liberou 12,2 bilhões de reais em 87 mil operações, liderando em valor de recursos repassados

  • Indicado pelo Sistema OCB, o especialista em inovação financeira Bruno Diniz foi eleito conselheiro independente do Conselho de Administração da Associação Open Finance. Em dezembro do ano passado, o cooperativismo garantiu sua representatividade ao assegurar um assento no Conselho Permanente do Open Finance.

  • O Sistema Cresol se consolidou como o maior operador de crédito descentralizado da Finep no Brasil em número de operações. Foram 231 operações, totalizando R$ 454 milhões financiados. Os repasses se destinaram principalmente aos setores moveleiro, alimentício, construção civil e desenvolvimento de sistemas.

 #FICAADICA 

No podcast Caixa-Forte, a jornalista Juliana Bevilaqua conversou com Solon Stahl, diretor-executivo da Sicredi Pioneira, sobre os resultados de 2024, ano em que a cooperativa gaúcha obteve o melhor desempenho de sua história, com um crescimento de 23% em relação ao ano anterior. Stahl também abordou os planos de expansão para 2025 e as ações desenvolvidas durante a tragédia climática do ano passado.

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