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Sua News Cooptech Crédito de julho chegou!
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Brasil em destaque no maior encontro do cooperativismo de crédito mundial

Em julho, as principais lideranças do cooperativismo de crédito do mundo se reuniram na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito (WCUC), que aconteceu em Estocolmo, na Suécia. O congresso teve participação de mais de 2 mil pessoas de 60 países, em programação com mais de 45 apresentações.

E o Brasil foi destaque na WCUC 2025, com sete apresentações que contaram com representantes de organizações brasileiras: Sicredi, Sicoob, Sistema OCB, Banco Central e Loggia.

A programação teve como tema central o impacto positivo do cooperativismo. O assunto foi abordado sob diversas perspectivas, da eficiência operacional aos projetos sociais. 

Representantes do Sistema Sicredi subiram ao palco em três ocasiões e mostraram boas práticas em vertentes amplas, mostrando o que fazem para se manter próximo ao cooperado. 

Cesar Bochi, presidente do Sicredi, falou sobre o processo de digitalização do sistema. Ele destacou que a digitalização é necessária, mas sem perder de vista os caminhos para estreitar o relacionamento com o cooperado. Dessa forma, o Sicredi cresce por caminhos “tradicionais” e “modernos”.

Como era de se esperar, outro tema em voga na WCUC 2025 foi a inteligência artificial. Não há cooperativa de crédito que não pense em soluções para integrar a IA generativa às suas operações, e o Sicoob apresentou um caminho. 

Edson Lisboa, superintendente de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, detalhou o funcionamento do modelo de IA desenvolvido pelo sistema, uma solução própria desenvolvida a partir de LLMs abertos. Atualmente, a ferramenta ajuda mais de 60 mil colaboradores de maneira eficaz e segura. 

Clique aqui para ler a reportagem e conferir os detalhes do protagonismo brasileiro na WCUC 2025!


 REGULAMENTAÇÃO 

Nova medida da CMN para o Plano Safra afeta cooperativas de crédito

Buscando viabilizar o Plano Safra, o Conselho Monetário Nacional aumentou a exigibilidade do crédito rural. Isso significa que mais recursos dos depósitos à vista, da poupança rural e das emissões de LCA deverão ser obrigatoriamente destinados à atividade agropecuária.

Na prática, houve um aumento no percentual da poupança rural a ser redirecionado, que agora atinge 70% - antes da mudança, essa fatia era de 65%. Já as LCAs tiveram um aumento expressivo: subiram de 50% para 60%. Com isso, as instituições financeiras terão menos dinheiro para emprestar a juros de mercado. 

O direcionamento obrigatório dos depósitos à vista, por sua vez, passou de 30% para 31,5% - uma grande mudança para as cooperativas de crédito. Isso porque, antes da nova medida, as instituições financeiras eram isentas. As cooperativas terão quatro anos para se adaptarem à mudança de forma gradual até 2028/29.

 APRESENTADO POR NEXUM 

Como automatizar a recuperação de crédito sem perder o toque humano?

A Resolução CMN nº 4.966 mudou as regras do jogo. E agora sua cooperativa precisa mais do que nunca unir conformidade jurídica, eficiência operacional e tecnologia para transformar a cobrança e o ajuizamento de dívidas.

Em um webinar gratuito realizado pela Nexum, especialistas jurídicos e operacionais vão mostrar como cooperativas estão automatizando processos críticos, reduzindo retrabalho, acelerando ações judiciais e aumentando a recuperação de crédito. E você vai ver também:

  • Como funciona a régua de cobrança automatizada e estratégica.

  • Como o ajuizamento digital pode dobrar sua produtividade jurídica.

  • Campanhas segmentadas por diversos canais.

  • Case real: mais de R$ 5 milhões recuperados em um mês com as soluções da Nexum.

Com a mediação de Rodrigo Junqueira, CEO da Nexum, o webinar contará com as presenças de Mateus Araújo, gerente jurídico do Sicoob Secovicred; Gabriel Colombi advogado do Sicoob Amazônia; e Gilmar Martins, diretor no SECOBESP.

O encontro acontecerá no dia 6/8, às 10h30!  Clique aqui e garanta sua vaga!

 PAGAMENTOS 

Geografia do Pix: estudo evidencia desigualdade no Brasil

A última edição da pesquisa “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”, do Banco Central, ratificou o sucesso do Pix. Segundo o estudo, a porcentagem de indivíduos que utilizam esse meio de pagamento foi de 46,1% em 2021, para 76,4% em 2024.


Diante do aumento significativo, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas conduziu uma pesquisa para entender o comportamento das regiões, estados e municípios, e quais fatores influenciam o uso do Pix.

O estudo “Geografia do Pix” apontou o Distrito Federal e o Piauí como os estados com maior e menor adesão, respectivamente. Enquanto a capital brasileira alcançou 77,9% de aderência, o estado do Nordeste teve uma taxa de 54,7%.

No entanto, são as regiões Norte e Nordeste que lideram a quantidade de transações mensais por usuário. Esse comportamento demonstra que, apesar de viverem em regiões de menor renda, os brasileiros que aderem ao Pix o utilizam com mais frequência.

Apesar de se consolidar em todo o território brasileiro, o meio de pagamento também evidencia as desigualdades presentes. Isso abre caminho para as cooperativas de crédito pensarem em políticas públicas e estratégias que favoreçam a população. Confira aqui o estudo na íntegra!


 APRESENTADO POR SINCRONICA 

Inteligência em tecnologia para cooperativas financeiras

A Sincronica é uma empresa especializada em soluções tecnológicas voltadas ao cooperativismo financeiro com 25 anos de atuação. Focada em performance, escalabilidade e conformidade regulatória, a empresa oferece soluções robustas que otimizam operações e potencializam a experiência do cooperado.

Entre os principais produtos estão soluções de BPM, RPA, GED, Depósito de Cheque em todos os canais digitais e Inteligência Artificial. E quando falamos sobre os reais benefícios da digitalização de processos, podemos destacar:

  • Eficiência operacional: a automação de processos internos com RPA , BPMS e IA, reduz tarefas manuais repetitivas, erros operacionais e o tempo de execução de atividades - liberando as equipes para ações mais analíticas e estratégicas.

  • Conformidade e segurança: a digitalização facilita a aderência a normas regulatórias como BACEN e LGPD, com trilhas de auditoria, controle de acessos e armazenamento seguro de documentos via GED/ECM.

  • Experiência do cooperado: processos digitais permitem jornadas mais rápidas e intuitivas - desde a abertura de contas até o acesso a crédito e investimentos - com canais omnichannel e atendimento inteligente.

Mais do que tecnologia, a Sincronica alia expertise técnica à compreensão profunda do cooperativismo, entregando tecnologia que agrega real valor ao negócio. E a sua cooperativa, está pronta para o futuro? Conheça os produtos, serviços e soluções da Sicronica!

 REFORMA TRIBUTÁRIA 

Cooperativismo brasileiro comemora conquistas

A promulgação da Emenda Constitucional 132/2023 entra para a série de conquistas do cooperativismo brasileiro. A alteração reconhece o ato cooperativo como uma operação que não gera receita - ou seja, que não deve ser tributada.

“O que avançou é que agora é um regime optativo. Se a cooperativa não optar pelo regime específico mais favorável, ela entra como uma atividade econômica normal. Então, submete-se à tributação normal das atividades econômicas”, explicou a advogada Betina Treiger Grupenmacher em entrevista ao jornal O Globo

Já para garantir a competitividade do setor e evitar futuros prejuízos da alíquota zero, a reforma prevê a concessão de créditos presumidos. Apesar dos avanços para o setor, muitos pontos da reforma tributária que afetam o cooperativismo ainda dependem de regulamentação.

 ECONOMIA 

O outro lado do tarifaço

Organizações brasileiras que atuam com exportações para os Estados Unidos estão em estado de alerta desde 9 de julho, data em que Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto.

De acordo com análise da agência de risco de crédito Moody’s, o ‘tarifaço’ dos EUA pode impactar a qualidade do Sistema Financeiro Nacional. A desaceleração econômica e outros fatores deste contexto de incertezas têm potencial para prejudicar a qualidade dos ativos bancários e comprometer a rentabilidade das instituições financeiras, indica o estudo.

O principal ponto de preocupação é o enfraquecimento das condições operacionais de exportadoras. Isso tende a reduzir as operações de crédito, com as instituições financeiras mais cautelosas ao concederem crédito e os negócios mais receosos para contrair dívidas.

Notícias do cooperativismo financeiro

  • Uma decisão do Tribunal de Contas da União oficializa que os conselhos de fiscalização profissional podem integrar o quadro social de cooperativas de crédito. O reconhecimento por parte do TCU, alcançado devido à mobilização do Sistema OCB, garante que os conselhos profissionais possam realizar operações financeiras nas instituições. 

  • O Sicoob se tornou neste mês o segundo sistema brasileiro a alcançar a marca de 9 milhões de cooperados. A instituição vem expandindo a sua base de maneira consistente, conquistando aproximadamente 500 mil novos associados no primeiro semestre de 2025. O Sicredi também alcançou a marca de 9 milhões de associados neste ano.

  • É comum no ramo falar em proximidade com o cooperado. A Unicred União, porém, deu um passo adiante e ressignificou o conceito de um posto de atendimento intimista. No próximo dia 28, a cooperativa inaugura o “The Rochdale Cult”, um pub que funcionará dentro da agência Batel, em Curitiba. O espaço será destinado aos cooperados. Outras agências do sistema já incorporam experiências adicionais, como uma adega e um espaço gamer.

  • O crescimento do cooperativismo financeiro comprovado em números. Segundo dados do Banco Central, as cooperativas de crédito encerraram 2024 com 19,2 milhões de cooperados, R$ 514,71 bilhões em depósitos e R$ 885,3 bilhões em ativos totais. Outro destaque fica para o ritmo de crescimento das captações e da carteira de crédito, superior ao restante do Sistema Financeiro Nacional.

 DICA DE LEITURA 

O quarto episódio da primeira temporada do podcast “O futuro vem do futuro”, do MIT Sloan Review Brasil, mergulha no universo do cooperativismo de crédito. Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Sicoob, compartilha experiências sobre gestão de risco de crédito em momentos de crise e detalha o papel do cooperativismo financeiro no estímulo ao desenvolvimento econômico.

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